Curiosidade Literárias

Curiosidade Literárias

Embora os livros sempre tenham sido uma fonte de sabedoria (pelo menos na maioria dos casos), também são uma inesgotável cornucópia de curiosidades e de surpresas. Podemos encontrar autores tremendamente prolíficos, outros que quiçá não dispuseram de tempo ou recursos para mais do que um livro, livros intermináveis e outros que só com muito boa vontade podem ser considerados com tal.

O escritor mais prolífico da história é Ryoki Inoue, com mais de 1070 títulos publicadas, para além de ter escrito com 39 pseudónimos devido a problemas com os direitos de autor e que aborda temáticas tão díspares como os contos, as novelas do oeste e mesmo policiais.

Alguns escritores que publicaram um único livro e tornaram-se assim famosos, foi o caso de Boris Pasternak (autor de “Doutor Jivago”), Harper Lee (“O Sol é Para Todos” no Brasil; “Por Favor, Não Matem a Cotovia” em Portugal)), Margareth Mitchell (“…E o Vento Levou” no Brasil, “E Tudo o Vento Levou” em Portugal), e Emilie Brontë (autora de “O Morro dos Ventos Uivantes”).

Estima-se que uma pessoa que fale português, usa em média 300 palavras para o dia-a-dia. Tendo em conta que há cerca de 435.000 verbetes (“verbetes” são as palavras com seus significados no dicionário) na nossa língua, isso dá-nos uma perspectiva um tanto assustadora. Imagine-se um livro com 8.000 palavras diferentes, isso somente representa uns míseros 1% do total de palavras do dicionário.

Quando falamos do maior livro do mundo e respeitando o facto de ser somente uma única historia e não várias, a vencedora é la novela “Arteméne ou le Grand Cyrus ” de Georges e Madeleine de Scudèry, com nada menos que 10 volumes e um total de 2.100.000 palavras.

E agora falando de curiosidades mais gerais acerca de livros e romances, há algumas que não podemos deixar de referir. Por exemplo, Umberto Eco fez algumas referências veladas a Sherlock Holmes de Arthur Conan Doyle como o mesmo nome do protagonista “William de Baskerville” e outra ao escritor Jorge Luís Borges na sua personagem Jorge de Burgos. Também existe uma novela intitulada Rayuela, escrita por Júlio Cortázar e que se pode ler de várias formas, seguindo a ordem dos capítulos, seguindo uma ordem alternativa (que é apresentada no prólogo) ou até mesmo na ordem que nos apeteça.

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