Segundo foi revelado pelos estudos mais recentes, a urticaria aquagênica poderá ser uma consequência da presença na pele de um determinado antigénio normalmente hidrossolúvel, que ao entrar em contacto com a agua (sem importar a temperatura a que se encontra) dissolve-se nela e emerge da pele obrigando as células cutâneas a libertar histamina no processo. A última consequência deste processo é a aparição de prurido e urticária, assim como outros sintomas próprios da alergia. Nestes casos, os afectados não podem estar dentro de uma piscina mais do que 1 minuto, começando a apresentar os sintomas da alergia apenas decorrido este período de tempo.
É uma situação deveras desagradável que a água, esse líquido essencial à vida, possa desencadear uma reacção tão desagradável (e por vezes insuportável), tornando algo tão normal e necessário como um banho ou um simples duche num enorme desafio para os afectados.
Nestes casos torna-se necessário usar substâncias químicas não baseadas em agua, e que ainda devem ser pouco agressivas à pele. Também já se verificou a eficácia do tratamento com atropina, suavizando imenso a resposta alérgica do afectado em contacto com a água.