Categorias
Curiosidades

Fantasmas: o mistério do desconhecido

Fantasmas: o mistério do desconhecido. Talvez possamos definir um fantasma como uma representação visual ou acústica do corpo no físico de uma uma pessoa já falecida, que por diferentes motivos continua ligada ao mundo dos vivos sob outra forma de existência não física e que se manifesta de diferentes formas perante os seres humanos, dependendo do grau de vinculação entre eles, assim como a carga psíquica, que fará como que se manifestem em determinados locais.

Depois da morte, do corpo físico desprende-se o corpo etéreo, que é o corpo mental, emocional e espiritual, que formam uma entidade chamada Corpo etéreo, dando lugar ao Corpo astral. Depois do corpo morrer, o corpo físico perde 150 gramas de peso que muitos pressupõem tratar-se do peso do corpo astral.

O corpo astral tem a capacidade de despedir-se dos respectivos entes queridos, de percorrer o mundo físico e passar pelos eventos que experimentou em vida. O corpo astral, uma vez feito o que tinha para fazer em vida é abandonado pelo corpo espiritual e ascende à dimensão luminosa que é vislumbrada nas viagens astrais e experiências de pré-morte, deixando para trás o corpo mental e o corpo emocional.

Estes últimos constituem o fantasma e este fantasma pode-se manifestar e actuar no mundo físico através de um médium, uma casa assombrada ou uma pessoa sensível, para instruir um ser humano vivo ou para conseguir através destes o que não pode conseguir morto.

2 comentários a “Fantasmas: o mistério do desconhecido”

Muito mal escrito, devias voltar à primária e aprender a escrever antes de fazeres um blog. Ninguém percebe o que escreves. Num parágrafo mais para o fim alguém consegue perceber o que disseste sobre corpo astral, corpo espiritual, corpo emocional, e corpo etéreo, quais é que perdem quais, quais vão e quais ficam? muito mal escrito mesmo!

Caro leitor,
Acreditamos que os nossos colaboradores escrevem com a melhor intenção e no sentido de fornecer informação pertinente e credível aos leitores deste blog.
Se acredita que possa fornecer mais informações que possam rectificar, complementar ou mesmo contradizer o artigo, fique à vontade para o efeito. Todos agradecemos, principalmente os que procuram informação e não o insulto fácil.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *