Factos curiosos sobre grandes escritores

grandes escritoresEntretemo-nos com as suas histórias, fruto da sua imaginação, mas poucas vezes nos preocupamos com a personalidade dos que traduzem o seu talento através das palavras e registam os seus pensamentos e inquietudes em livros.

 

Por exemplo, muitos ignoram que por trás do pseudónimo de Sydney Porter esconde-se O. Henry, um homem que começou a escrever contos na prisão onde estava a cumprir uma pena de três anos por desvio de dinheiros públicos. Com a liberdade também veio a fama, graças aos seus 300 relatos todos com um final surpreendente.

 

“Madame Bovary” é a obra-prima de Gustave Flaubert. Recordemos que se trata de uma história de amor brutal que versa sobre o adultério e que foi qualificada de pornográfica quando foi publicada em 1856. As Cortes censuraram a obra deste escritor por atentar contra a religião e a moral pública. Apesar de a novela ter sido um êxito, Flaubert afirmou que desejaria ter tido o dinheiro suficiente para comprar todos os exemplares da obra pra “lançá-los todos ao fogo e não voltar a ouvir falar jamais do livro”.

 

A famosa poetisa Emily Dickinson tinha uma personalidade relativamente estranha. Por trás de todos os cuidados, delicados e quase sempre emocionantes versos de Dickinson escondia-se uma mulher que apenas uma vez saiu de Massachusetts, a sua terra natal, para viajar até Washington onde e seu pai era deputado. Tinha uma mania no mínimo estranha: quando recebia visitas em casa, não convivia directamente com as pessoas, falando com elas a partir da divisão contígua.

 

Aldous Huxley sabia braille, linguagem que aprendeu para descansar os seus olhos delicados. Assim, podia ler à noite, na penumbra no calor das mantas.

 

Um dos maiores escritores de todos os tempos, William Shakespeare, contou com a ajuda do também escritor John Fletcher para concluir algumas das suas obras, entre elas, “Henrique VIII” e “Os dois nobres parentes“.

 

Os poetas parecem ter uma personalidade um bocado complicada muitas vezes. É o caso de François Villon, que levou uma existência de roubos e morte, sendo ainda hoje desconhecidos a data e local da sua morte.

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